quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Aviso

O Imperial Química estava com alguns problemas, dos quais irei citar seus motivos e possíveis soluções:
  • Aparência: O problema estava voltado para o local onde coloquei o Gadget das páginas, quando o site era visualizado através do Mozilla Firefox sua aparência era perfeita, no entanto, quando fosse visualizado de outros navegadores, em especial o Internet Explorer, o espaço entre cada título das páginas fica muito grande, além disso a ultima página da fileira de cima aparece toda “comprimida”, alterando sua estrutura. De certo modo tomamos todas as medidas cabíveis em relação a este problema, e como podem ver sua aparência esta bem melhor.
  • Logomarca: No início, quando o site era apenas um projeto inacabado, sua logomarca era apenas uma figura qualquer, que poderia ser facilmente encontrada por sites de pesquisa, agora, com o avanço do nosso trabalho, nós desenvolvemos uma logomarca para cada servidor do Grupo Imperial Educacional de Conhecimentos Sócio-científicos.
  • Atrasos: resolvemos dar um tempo de férias para cada um de nossos editores, agora com a chegada desse novo ano, iremos fazer o possível para atualizar nosso trabalho que, de certo modo, vem sendo cada vez melhor.
  • Agradecimentos: Eu como fundador e editor do Imperial química e Física, agradeço pela participação de todos nossos aditores.
Mariana Gomes: Imperial Matemática.
Bismark Alves: Imperial Literatura.

sábado, 8 de janeiro de 2011

A química do amor

Você já ouviu esta frase: Rolou uma química entre nós! Será que existe mesmo uma explicação científica para o amor?

O sentimento não afeta só o nosso ego de forma figurada, mas está presente de forma mais concreta, produz reações visíveis em nosso corpo inteiro. Se não fosse assim como explicar as mãos suando, coração acelerado, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"), o ficar rubro quando se está perto do ser amado?

Afinal, o amor tem algo a ver com a Química? Na verdade O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas relatados acima têm uma explicação científica: são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão: adrenalina, noradrenalina, feniletilamina, dopamina, oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Viu como são necessários vários hormônios para sentir aquela sensação maravilhosa quando se está amando?

A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química.

Mas acontece que essa sensação pode não durar muito tempo, neste ponto os casais têm a impressão que o amor esfriou. Com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência, passa a necessitar de doses cada vez maiores de substâncias químicas para provocar as mesmas sensações do início. É aí que entra os hormônios ocitocina e vasopressina, são eles os responsáveis pela atração que evolui para uma relação calma, duradoura e segura, afinal, o amor é eterno!

Fonte: Brasil Escola

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O Guia Imperial do Cientista Físico-Químico

O Guia Imperial do Cientista Físico-Químico será o futuro livro que irei fazer com base nos postagens deste site, se tudo der certo como diz seu próprio nome também irei fazer o Imperial Física, mas ate o momento tudo que posso dizer é que o livro só será em 2013, é neste ano que irei ter concluído todo o conteúdo básico deste site, caso eu queira completá-lo com artigos mais “pesados” e complexos a data de criação do livro será adiada.



terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Incargranina B, o primeiro alcalóide indolo-[1,7] naftiridínico

O primeiro alcalóide com um núcleo indolo-[1,7]naftiridínico foi isolado da planta Incarvillea mairei var. grandiflora (Wehrh.) Grierson (Bignoniaceae), originária da China. Obtido a partir do extrato etanol/H2O 80:20, por cromatografia em coluna de sílica-gel (eluída com um gradiente de metanol em clorofórmio) e purificação por cromatografia em coluna de Sephadex LH-20 (eluída com metanol), o alcalóide foi identificado pela análise de seus dados espectroscópicos. Nenhuma atividade biológica foi mencionada para o alcalóide de Incarvillea mairei var. grandiflora.
Fonte: Química de Produtos Naturais

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tecnécio-99 e Astato-210

A utilização de radioisótopos em medicina nuclear está severamente comprometida por causa da diminuição da disponibilidade de um elemento radioativo para esta técnica de diagnóstico. Segundo notícia publicada no ScienceDaily, o principal elemento que é utilizado em medicina nuclear, o Tecnécio-99 (99Tc), é derivado do Molibdênio-99, o qual apresenta atualmente baixa ocorrência. O 99Tc é utilizado em cerca de 16 milhões de testes de diagnóstico/ano nos EUA, principalmente de câncer e doenças cardíacas. Devido à baixa produção de 99Tc, muitos exames não estão sendo realizados, comprometendo a continuidade de tratamentos médicos.

O 99Tc utilizado para fins médicos é produzido por 6 reatores nucleares, que devem passar por manutenções periódicas. O problema é que os reatores estão se tornando velhos e inadequados para a produção de radioisótopos. O problema se tornou particularmente grave em maio deste ano, quando o reator NRU de Chalk River, Canadá, parou de funcionar e deverá permanecer em manutenção por 1 ano. Este reator é o principal produtor de 99Tc. Leia mais sobre o 99Tc aqui.

Este fato lembrou outro, ocorrido em sala de aula. Discutindo sobre a reatividade de halogenetos de alquila, um dos alunos perguntou “E o Astato (210At), professor?”. Tive que confessar meu total desconhecimento sobre a química do 210At, e deleguei ao aluno trazer informações sobre o 210At para a sala de aula. Dito e feito. Na aula seguinte, o aluno relatou que a química do 210At é praticamente inexistente pelo fato de existirem somente 25 g de 210At na superfície terrestre. É verdade. O 210At é considerado o elemento natural mais raro

Fonte: Química de Produtos Naturais